Novo City está maior, mais espaçoso, econômico e equipado com Honda Sensing.

Andamos no Honda New City sedã 1.5 flex com 126 cv de potência.

A Honda do Brasil apresentou no final de 2021, a quinta geração do City com uma completa renovação.

A montadora caprichou e elevou os padrões em design, dimensão, qualidade, eficiência energética e segurança.

A princípio, olhando por fora o modelo está mais elegante e sofisticado vindo equipado na versão Touring com lanternas, pisca-pisca e faróis de neblina em LED.

Por dentro, é perceptível a melhoria no acabamento com a inclusão de materiais agradáveis ao toque, além de novos bancos mais confortáveis.

Novas lanternas Full LED na versão Touring e pisca-pisca e faróis de neblina em LED. Foto: Amauri Yamazaki

Design

Valorizado pelos vincos definidos e pelos faróis e lanternas, nos quais o uso de LED e o layout de aspecto high-tech resultam em uma perfeita integração à carroceria.

Na versão Touring, os faróis são full LED, com luzes indicadoras de direção, fachos baixo e alto, DRL e faróis de neblina em LED. As demais versões contam com DRL de LED e bloco óptico principal com projetor. As lanternas são as mesmas em todas as versões, com LED nas luzes de posição e de freio.

Além disso, o New City sedã é 53 milímetros mais largo, 94 mm mais comprido e altura total 8 milímetros menor.

Com seus 4.549 milímetros, o New City sedã é o maior do segmento em comprimento.

Distância entre eixos com 2.600 mm e rodas de liga leve de 16 polegadas e pneus 185/55R 16 – Bridgestone. Foto: Amauri

Interior

Ganhou em todos os pontos de contato com motorista e passageiros têm superfície agradável ao toque. O conforto foi priorizado com um novo Sistema de Estabilização Corporal.

Uma tecnologia antifadiga foi adotada nos bancos para melhorar o suporte do corpo, evitando o esforço constante para a retomada do posicionamento ideal.

Novo painel de instrumentos digital, volante revestido em couro e acabamento mais sofisticado. Foto: Amauri Yamazaki

Todas as versões trazem botão de partida do motor, sistema de destravamento por proximidade da chave (Smart Entry), ar-condicionado digital de uma zona, central multimídia touchscreen de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem-fio e câmera de ré.

Central multimídia de 8 polegadas, ar-condicionado digital de uma zona e pareamento de smartphone sem fio. Foto: Amauri Yamazaki
Novos bancos mais confortáveis. Foto: Amauri Yamazaki

A partir da versão EXL, estão disponíveis também sensores de estacionamento traseiros, bancos revestidos em couro, painel digital TFT de 7 polegadas multiconfigurável, ar-condicionado digital e automático e função de travamento das portas por aproximação da chave.

Saídas de ar-condicionado para os passageiros do banco traseiro. Foto: Amauri Yamazaki

A versão Touring conta ainda com sensores de estacionamento dianteiros e espelho retrovisor fotocrômico.

Espaço para cinco passageiros. Foto: Amauri Yamazaki

Motor

Novo motor todo em alumínio, 4 cilindros, aspirado 1.5 litro, 16V, DI DOHC, i-VTEC, com injeção direta de combustível e dois comandos de válvulas no cabeçote – um para as oito válvulas de escape e outro para as oito de admissão.

O sistema i-VTEC, tem um came (ressalto) especial para priorizar a potência em rotações mais elevadas do motor.

O sistema de injeção direta de combustível melhorou a performance do motor. A adoção do sistema de injeção direta permite maior taxa de compressão e maior otimização da queima da mistura ar/combustível. A potência máxima é de 126 cavalos a 6.200 rpm, tanto com etanol como com gasolina. O torque é de 15,8 Nm a 4.600 rpm com gasolina ou etanol. O ganho foi de 10 cv com relação ao motor anterior.

Novo motor 4 cilindros em alumínio com 126 cv de potência. Com gasolina fez 12,1 km/l em trajeto urbano. Foto: Amauri Yamazaki

O câmbio CVT, de relação continuamente variável, recebeu aprimoramentos com simulação de 7 marchas por meio de paddle shifts no volante.

São duas novidades: o Step-shift e o EDDB (Early Down-shift During Braking). O primeiro atua sob condução esportiva. Com o acelerador pisado a fundo (kick-down), a central de gerenciamento eletrônico do CVT coordena as trocas nos pontos fixos das marchas, acentuando exatamente a sensação da mudança e, consequentemente, de esportividade. Já o EDDB se apresenta em situações de descida.

Dessa forma, ao notar que o motorista está pisando no freio para conter o ganho de velocidade por conta da inclinação, o CVT assume uma relação que resulta em maior aplicação de freio-motor.

O consumo com gasolina foi de 12,1 km/l na cidade e 16,2 km/l na estrada. Foto: Amauri Yamazaki

Redução de atrito

Um trabalho de redução de atrito foi aplicado nos elementos elásticos e junções para deixar a conexão entre New City e o motorista mais rápida e direta.

Bem como, os novos amortecedores têm stop hidráulico, composto por uma câmara de desaceleração da haste do amortecedor, que evita o som de pancada seca, quando o carro passa por um buraco.

Contando com maior aplicação de aço de alta resistência, no sedã, ela é cerca de 4,3 kg mais leve do que a geração anterior e tem maior rigidez torcional, atingindo até 20,4% na parte frontal.

De acordo com a montadora, o City ganhou a aplicação de espuma expansiva de poliuretano nas extremidades inferiores das colunas A e B.

Outra medida antirruído e vibração foi a aplicação de material fonoabsorvente na parte inferior do compartimento do motor.

Novas lanternas traseiras aumentaram a percepção de sofisticação. Foto: Amauri Yamazaki

Segurança

O City é o primeiro modelo da marca fabricado no Brasil a contar com o Honda SENSING, pacote de tecnologias de segurança e assistência ao motorista.

Dessa forma, baseado nas imagens captadas por uma câmera instalada no parte central e superior do para-brisa, o Honda SENSING no New City terá cinco funções:

ACC – Controle de cruzeiro adaptativo – Auxilia o motorista a manter uma distância segura em relação ao veículo detectado à sua frente;
CMBS – Sistema de frenagem para mitigação de colisão – Aciona o freio ao detectar uma possível colisão frontal, com o objetivo de mitigar acidentes.
LKAS – Sistema de assistência de permanência em faixa – Detecta as faixas de rodagem e ajusta a direção com o objetivo de auxiliar o motorista a manter o veículo centralizado nas linhas de marcação;
RDM – Sistema para mitigação de evasão de pista – Detecta a saída da pista e ajusta a direção com o objetivo de evitar acidentes;
AHB – Ajuste automático de farol – Comutação noturna automática dos fachos baixo e alto dos faróis de acordo com a situação.

Do lado esquerdo do motorista, regulagem da altura dos faróis, som de distância do para-choque e assistência de estabilidade. Foto: Amauri Yamazaki

Além do Honda SENSING (disponível na versão Touring), o New City traz outros dispositivos de segurança em todas as versões, dentre os quais se destacam:

Assistente de estabilidade e tração (VSA),
Assistente de partida em rampa (HSA),
Sistema de luzes de emergência (ESS),
6 airbags (frontais, laterais e do tipo cortina),
Estrutura de deformação progressiva ACE,
Sistema Isofix para fixação de assentos infantis,
Alerta de baixa pressão dos pneus, câmera de ré multivisão, entre outros.

O LaneWatch, assistente para redução de ponto cego, por meio de uma câmera localizada no espelho retrovisor do lado do passageiro, está disponível nas versões EXL e Touring do sedã e na versão Touring do hatchback.

Porta-malas do City sedã tem capacidade para 519 litros, acima da média dos concorrentes. Foto: Amauri Yamazaki

Versões

O New City é oferecido em três versões (EX, EXL e Touring) com seis opções de cores: Branco Tafetá (sólida), Azul Cósmico, Prata Platinum, Cinza Barium (metálicas), Branco Topázio e Preto Cristal (perolizadas).

Exclusivamente na versão Touring, nas cores Branco Topázio, Cinza Barium e Azul Cósmico, o interior é com couro claro.

Preços – New City Sedã

EX: R$ 112.300,00 – pintura sólida.
EXL: R& 118.900,00 – pintura sólida.
Touring: R$ 127.700,00 – pintura sólida.

Tanque de Combustível: 39,5 litros.

New City vai de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos. Foto: Amauri Yamazaki

Andamos no Honda New City sedã 1.5 flex.

 

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15 Comentáros

  1. Paulo Manzieri Responder

    Eu já tive um Honda City.
    Prefiro ele do que uma Mercedes Benz.
    Porta mala espaçoso …econômico…confortável e marca Honda.

    • Honda City com certeza confortável,agradável ao contacto devido a novas materiais.
      Linhas externas mais modernas com design moderno.
      Gostaria muito dirigi-lo pois parece muito gostoso e com excelente performance

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